quarta-feira, 20 de abril de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
O SALÁRIO E A CARREIRA DOS PROFESSORES NO BRASIL E NO MUNDO
Segundo estudo do Education at Glance 2015,
indicador da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), fonte
autorizada de informações precisas e relevantes sobre o estado da educação em
todo mundo. O mesmo fornece dados sobre a estrutura, finanças e desempenho dos
sistemas de ensino em 34 países membros da OCDE
Como sabemos, o custo salarial dos professores
está embasado em quatro pilares: Nível escolar de atuação do professor (Educação
Básica ou Educação Superior); número de horas trabalhadas, o salário
oferecido ao docente e a quantidade de professores para atender a demanda da
rede.
Essa pesquisa
foi realizada baseada na realidade de ensino oferecido nos 34
países membros da OCDE, o salário anual dos professores em início de carreira é
de US$28,7(28,7 mil dólares), o equivalente a R$109.174,00. No
Brasil, a remuneração anual de um professor é de US$12mil (doze
mil dólares) o equivalente a R$45.600,00, ou seja, o equivalente a 40%
dos salários dos professores do Chile, dos Estados Unidos e da Alemanha.
Nestes países analisados
observou-se também que os professores recebem o equivalente a 78% do salário de
outros profissionais com escolaridade equivalente. Vale salientar também que
nos países da OCDE, os professores têm uma carga horária anual de 38 semanas, o
equivalente há 183 dias letivos, enquanto no Brasil a carga horária anual dos
professores é de 42 semanas, ou seja, 200 dias letivos, mesmo assim ganham
menos.
Além do mais, nossas salas de
aulas, estão cheias, superlotadas de alunos, enquanto que nos países da
OCDE, a média é de 24 estudantes em sala de aula.
Nós sabemos que, apesar da Lei do
Piso Salarial dos Professores, que garante suplementação de verbas pela União
aos municípios e estados brasileiros que não tiverem condições de pagarem
o piso aos seus professores. Ainda assim, continuamos a mercê de gestores
públicos, que a todo custo tentam descumprir e desrespeitar a Lei do Piso que
foi conquistado através de muita luta.
Um país em que seus gestores públicos não valorizam,
não prioriza o pagamento do Piso Salarial de seus professores, que não
valorizam o salário e a carreira de seus educadores, está longe de ser
uma pátria educadora.
PAULO JAMES QUEIROZ MARTINS
quarta-feira, 23 de março de 2016
EDUCAÇÃO MUNDIAL agonizante
O Sistema Educacional Mundial está agonizante Porque não Contempla o pensamento como uma das funções Mais Complexas da Inteligência trazendo consequências gravíssimas para a psiquiatria e para psicologia, fomentando a Produção de Transtornos Psíquicos; para própria Educação estimulando a formação de repetidores de Informações, e não de pensadores.
Para a política e para as ciências, este Sistema vem promovendo a Corrupção, o egoísmo, o egocentrismo e a necessidade neurótica de Poder. Para a evolução da nossa espécie este Sistema Educacional vem promovendo disputas irracionais, fundamentalismo religioso e Político, fragmentação da humanidade e a inviabilidade de um Longo Prazo. Essas afirmações são Feitas pelo psiquiatra Augusto Cury, em Seu Livro intitulado Ansiedade: como enfrentar o mal do Século: a Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA).
Segundo ele, é de vital importância é urgente educar a emoção para formar pensadores. Diz ele que a escola deve ser um complemento à Educação familiar, e para isso os professores precisam saber educar a emoção, aprendendo a trabalhar com um das funções mais importante da Inteligência procurando formar pensadores e não repetidores de Informações. Pensadores filtram o que ouvem; repetidores de Informações obedecem as Ordens, tem baixo nível de consciência crítica e autonomia.
Para Cury, os professores são os profissionais mais importantes e desvalorizados da sociedade. Alerta que o sistema educacional mundial está agonizante, moribundo, formando alunos imaturos e despreparados para ser líderes de si mesmos numa sociedade digital. Segundo ele, este sistema educacional entulha os alunos com milhões de dados sobre o mundo objetivo e não trabalha sistematicamente como funcoes fazer Eu não subjetivo Mundo.
Pergunta Ele: O Que Fazem com enguias como vaias e Os vexames com OS Desafios e como frustrações? E como com lágrimas e traições, OU COM OS fantasmas alojados no inconsciente? Como mapeiam a psique? Como reciclam como Necessidades neuróticas? Como desaceleram e desentulham A SUA mente? Como desarmam As Janelas assassino? QUANDO acertam, Fazem-no intuitivamente, pois Não foram educados parágrafo Gerir a mente. O Eu, na Educação Clássica, Não É Organizado, treinado, Equipado Para Ser gestor psíquico.
Torna-se hum realizador de Tarefas, pretensões, desejos: "Eu faço, eu Farei", "Eu Desejo, eu desejei, eu desejarei". QUANDO Muito, Esse eu DESENVOLVE Consciência Crítica e Identidade. Mas SUAS Mais de Vinte funcoes vitais ficam Quase intocadas. E hum Eu imaturo, serviçal, Sujeito a Obedecer um Ordens, sem Consciência dos SEUS Papéis Essenciais e, portanto, sem condições de Ser gestor da mente, piloto da aeronave mental, Diretor do roteiro da SUA História.
Segundo Ele, OS Currículos deveriam Ser reciclados de Modo a contemplar o Desenvolvimento do Eu e SUAS funcoes vitais. Que é Preciso OS Alunos aprendam a lidar com como intempéries da vida, com OS Conflitos Sociais e emocionais e aprendam prioritariamente a Tomar decisões inteligentes em Situações de Risco. Vivemos n'uma sociedade globalizada, urgente, Rápida e ansiosa. Nunca tiveram como PESSOAS Uma mente agitada e estressada Tão. Paciência, Tolerância uma contrariedades Já NÃO Fazem parte Mais do Dia-a-dia das Pessoas. Estao se Tornando Artigos de luxo.
NÃO TEMOS Paciência parágrafo Esperar como Coisas Acontecer e se concretizar. Uma simples demora Ao Iniciar o Computador É O Bastante parágrafo MUITAS PESSOAS se irritarem. QUANDO como PESSOAS NÃO se dedicam a Atividades Interessantes, prazerosas, ELAS fácilmente se angustiam. Raramente vemos PESSOAS contemplando como flores NAS Praças UO jardins. Raramente vemos PESSOAS sentadas parágrafo dialogar NAS SUAS Calçadas, varandas sacadas UO.
Estamos na era da Indústria do Entretenimento e, paradoxalmente, na era do tédio. E MUITO triste Descobrir that como maiorias dos Seres Humanos de Nações Todas NÃO SABEM como Ficar assim, se interiorizar, refletir Sobre as nuances da existencia, se curtir, ter hum autodiálogo. Essas PESSOAS conhecem Muito das redes sociais, mas raramente conhecem Alguém um Fundo e, o Que É Pior, raramente conhecem a si mesmos. O Mal do Século Não É Como muitos pensam um Depressão.O mal do Século E a Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA) ..
Para Augusto Cury Pensar É Bom, Pensar com lucidez E Ótimo, porem Pensar excessivamente E UMA bomba contra um psíquica Saúde, o prazer de viver ea criatividade. Para ELE Não São APENAS como drogas psicotrópicas that viciam, mas also o Excesso de Trabalho intelectual, de Informação, de Atividade, de Preocupação, de uso do celular. Rápido Você vive atualmente cessos excessos? Cuidado! Todos they levam a mente humana Ao Mais penetrante de Todos os Vícios: o vício de Pensar. Afirma Ele, Que muitos between Os Melhores Profissionais padecem Desse mal; São ótimos parágrafo SUA Empresa, mas carrascos de si mesmos.
Cury Diz Que É de importancia fundamentais aprendemos a desacelerar NOSSOS OS Pensamentos ea gerenciar Nossa mente Para Que NÃO adoecermos futuramente. Para ELE uma Educação conteudista estressa OS SEUS Professores e Alunos. E, parágrafo piorar, compromete a criatividade ea Saúde emocional. QUALQUÉR Pessoa, Por Mais Que seja leiga SABE Que Uma máquina Trabalhando continuamente, em Alta Rotação, Dia e Noite, corre o Risco de Aumentar a temperatura e fundir SUAS Peças. (bater o motor). NÓS Seres Humanos devemos ter Consciência de Que Pensar exageradamente e sem Nenhum autocontrole E UMA fonte de esgotamento mental.
Relatamos um Seguir Alguns síntomas Relacionados com um SPA: I- Ansiedade, II - Mente inquieta OU agitada, insatisfação, cansaço físico exagerado; Acordar cansado, V- Sofrimento POR antecipação, VI- Irritabilidade e flutuação emocional; Impaciência, VII- Dificuldade de desfrutar uma Rotina (tédio), VIII- Dificuldade de lidar COM PESSOAS lentas, IX- Baixo Limiar de para suportar frustrações, X- Dor de Cabeça, XI- Dor muscular, XII- página Outros síntomas psicossomáticos (Queda de Cabelo , taquicardia, aumento da pressao arterial, etc)., XIII- Déficit de Concentração, XIV- Déficit de Memória, XV-Transtornos do Sono OU insônia.
Segundo o autor Quem tem cabelo Menos Três a Quatro Desses síntomas desen se mudar rápidamente Seu estilo de vida. Para o psiquiatra o Excesso de Informação e uma causa diretor do SPA. Sabemos que no Passado de o numéro de Informações Dobrava SE-A CADA Dois Séculos OU Três; Hoje se Duplica anualmente.
Paulo James Queiroz Martins
Professor e Técnico em Educação.
Postado por Paulo James Queiroz Martins
DECLARAÇÃO DE AUTOESTIMA
No universo Inteiro não há outra pessoa que seja exatamente igual a mim. Eu sou eu mesmo e tudo o que sou é único.Sou responsável por mim mesmo,tenho tudo de que preciso aqui e ágora para viver plenamente.
Posso decidir manifestar o melhor de mim, posso decidir amar, ser competente,encontrar um significado para minha vida e uma ordem para o universo,posso decidir desenvolver-me,crescer e viver em harmonia comigo mesmo,com os outros e com Deus.
Sou digno de ser aceito e amado exatamente como eu sou, aqui e agora.
Eu me amo , eu me aceito. Assim, tomo uma resolução de viver plenamente a partir de hoje.
PAULO JAMES QUEIROZ MARTINS
terça-feira, 22 de março de 2016
TÉCNICOS EM EDUCAÇÃO DE FORTALEZA
TÉCNICOS EM EDUCAÇÃO DE FORTALEZA
A Prefeitura de Municipal de Fortaleza,A Secretaria de Administração do Município,o Instituto Municipal de Pesquisas,Administração e Recursos Humanos(IMPARH) e a Secretaria de Educação e Assistência Social(SEDAS),realizaram um Concurso Público de Edital Nº 031/2003 com a finalidade de preencher 1.000(mil) vagas existentes para os cargos de Técnicos em Educação,Supervisor Escolar,Orientador Educacional,Secretário Escolar e Agente Administrativo.
Infelizmente,injustamente e de forma equivocada foram extintos os cargos de Técnico em Educação,Supervisor Escolar,Orientador Educacional.Estes cargos foram extintos pela Lei 9.249 de 10 de julho de 2007,Lei que instituiu o Plano de Cargos e Carreiras e Salários(PCCS) do Município de Fortaleza.
No Termo de Acordo feito com o Município de Fortaleza e o UTE-União dos Trabalhadores em Educação do município de Fortaleza(SINDIUTE),no item Nº12 deste termo de acordo referente ao processo:0621237-43.2016.8.06.0000,propõe alteração da legislação de forma a recriar a carreira em extinção de Orientador e Supervisor Escolar.Como se vê,não consta em tal acordo ,a recriação do cargo de Técnico em Educação.
Como sabemos,é de suma importância o trabalho do Técnico em Educação no planejamento,na execução e na avaliação dos programas e projetos definidos pelas políticas educacionais em atendimento das necessidades do Sistema de Ensino,em articulação com as famílias e a comunidade.
Queremos lembrar que os Técnicos em Educação,lotados na SME e ns Distritos de Educação,vem contribuindo de forma veemente para que o município de Fortaleza tenha uma educação cidadã,emancipatória e libertadora.
Queremos pedir a administração municipal que corrija este equivoco e recrie também a carreira de Técnico em Educação.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
ALUNO TARTARUGA x ALUNO ÁGUIA
No século passado, Frederico Nietzsche famoso filósofo alemão faz uma crítica radical à civilização ocidental. Dizia ele que a civilização ocidental educa os homens para desenvolverem o instinto da tartaruga.
Sabemos que a tartaruga é um animal que,diante do perigo,da surpresa, esconde a cabeça e todos os membros dentro de sua casca procurando desta maneira proteger-se contra o desconhecido,anulando assim todos os seus sentidos.Desta forma este animal se fecha ao mundo procurando nada ver,nada sentir,nada ouvir,nada ameaçar.
Parece que o objetivo principal dos processos e das políticas educacionais dos países ocidentais nos últimos anos tem sido desenvolver em seus alunos o extinto da tartaruga,educando os nossos alunos apenas a se defenderem contra as ameaças externas,apenas reativamente.Desta forma ensinamos aos nossos alunos o espírito da covardia,a serem demasiadamente medrosos.
Porque não ensinamos aos nossos alunos a desenvolverem o instinto da águia?
A águia é um animal que voa acima das montanhas, desenvolvendo os seus sentidos e habilidades, aguçando os ouvidos, olhos e competências para ultrapassar, vencer os perigos, procurando alçar voo acima deles. Ela é também capaz de afiar as suas garras para atacar o inimigo, no momento que julgar mais adequado, mais oportuno.
Segundo Neidson Rodrigues nossas escolas têm ensinado as nossas crianças a se recolherem para dentro de si, perdendo a sua agressividade normal que é o instinto próprio do homem corajoso capaz de vencer o perigo que se lhe apresenta no seu caminho, no seu dia-a-dia.
Temos criado, neste nosso país, uma geração medrosa, uma geração recolhida para dentro de si, uma geração tartaruga.,uma geração acomodada.
Estamos todos nós impregnados por este espírito de tartaruga. Falta-nos coragem para contestar nossos dirigentes, os governantes, para nos opor, para questionar às suas idéias, suas propostas de maneira a criar soluções alternativas.
Procuramos apenas reagir de maneira apática, reativa e covarde. Só temos ensinado o homem a ser obediente, servil, pacífico, apático e incompetente.
É preciso ensinar os nossos alunos a não se esconder diante das ameaças e a compreender que todos nós temos capacidade de voar alto, ultrapassando as nuvens carregadas de tempestades e perigo. Não podemos continuar a ensinar nossas crianças a continuarem se arrastando como vermes.
É preciso que estas crianças aprendam o torcer os pés dos que lhe pisam na cabeça.É preciso urgentemente extinguir,extirpar o extinto de tartaruga que existe em nós e em nossos alunos e despertar a águia que existe dentro de cada um de nós para que possamos alçar voo as alturas
PAULO JAMES QUEIROZ MARTINS-PROFESSOR E TÉCNICO EM EDUCAÇÃO.
domingo, 27 de outubro de 2013
A
CARREIRA E O PISO DOCENTE NO RASIL
Rubens Barbosa de Camargo, professor
da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, pesquisador, e
ex-secretário municipal de educação de São Carlos e Suzano.
Como pesquisador atualmente ele coordena
um estudo sobre remuneração dos professores das escolas públicas da educação
básica. Esta pesquisa mostra que os professores na sua maioria desconhecem as
questões salariais. Na maioria das vezes não entendem nem o seu contracheque,
não sabem por que num mês tem gratificação e no outro não, só sabem que é
pouco.
E com sabemos, deveria ser a
primeira questão, a questão mais importante a ser analisada pelo trabalhador: o
valor do seu salário e dos seus benefícios. Dele depende a qualidade de vida e
o sustento do trabalhador e de sua família.
A existência de políticas salariais,
momentâneas e descontínuas, inventadas para algo imediato, tem contribuído para
isso e se reflete nos planos de carreira
dos professores de todo o brasil.
Todos esses fatores têm contribuído
para a ausência de planos de carreira claros e concisos. Existem planos no
Brasil segundo os quais para chegar ao final de carreira, seriam necessário 50
anos de docência ou que o professor tivesse pós-doutorado, não dá.
As maiorias dos planos são feitos
sem participação da categoria e dos sindicatos. Todas essas questões deveriam
ser orientadas sobre o ponto de vista central e os municípios e estados,
dependendo de sua capacidade administrativa e financeira, podem favorecer mais
ou menos as carreiras docentes, mas sem desrespeitar as diretrizes gerais de um
plano.
Hoje o que existe, o que se tem de
brasil afora são modelos de planos diversificados com terminologias que
aparentemente são próximas, mas com significados diversos em cada lugar, em cada
região. São traçados, não são planejados de modo a defenderem os interesses da
categoria e sim dos gestores. São verdadeiros atentados a carreira do
magistério brasileiro.
É preciso homogeneizar essas linguagens,
estabelecendo os mínimos nacionais de formação, amplitude, critérios...
Hoje a evolução de carreira é sair
da sala de aula, ser diretor, coordenador, isso tem que mudar.
É preciso que o governo federal
estabeleça as grandes diretrizes de como deve ser feitos os planos: qual deve
ser o valor mínimo de salto do salário entre quem tem o nível médio, superior, e
alguma especialização, qual seria o valor mínimo entre o início e o final de carreira,
o valor de dispersão, qual seria a amplitude da carreira, entre outros fatores
importantes.
Estamos caminhando para a
universalização de professores com ensino superior e para quase 50% com
especialização. Mesmo pessoal das creches, que veio da assistência social e
tinha uma outra formação, estão buscando esses cursos. No entanto é uma
situação complexa, porque a própria lei de Diretrizes e Bases da Educação prevê
a formação superior, mas admite quem tiver nível médio na modalidade normal.
Se isso não for revogado na LDB, continuarão
existindo cursos de nível médio de formação de professores. Essa é uma situação
concreta, eles têm essa formação, estão nas redes e isso tem que ser previsto
na lei. O que precisaria era definir qual seria o ganho entre quem tem uma
formação de nível médio para professor e quem tem ensino superior, o que varia
muito de plano para plano.
Para o pesquisador, desde de 2010
não temos um PNE, que deveria orientar a
elaboração dos planos municipais e estaduais em todo o brasil. O MEC tem sua
política ,mais não existe algo que direcione nacionalmente a educação.
E esse deve ser o papel do PNE:
orientar sobre como deve ser realizada a educação nacional nos próximos anos,
perseguir determinados objetivos e metas. A falta do PNE implica uma postura
imprevisível dos sistemas e das redes municipais e estaduais que ficam sem uma
diretriz maior (diretriz nacional),embora continuem tocando os seus trabalhos e
absorvam várias políticas dos programas federais.
Muitas vezes ficando fora de
sintonia com a politica nacional, até por divergências político partidárias. O
PNE é suprapartidário, tenderia a orientar numa direção mais homogênea as
diferentes ações educacionais, além de possibilitar a ação de longo prazo. Sem
o PNE, as secretarias municipais e estaduais e o Ministério trabalham apenas no
que vai aparecendo, pois o dia a dia é
muito intenso, das escolas ao Ministério de Educação.
Se você não tem uma visão de onde
quer sair e para onde quer chegar, no máximo cumprirá programas de governo. O
PNE deve ser em perspectiva de um Plano de Estado, devendo estar acima de
governos e com uma duração maior no tempo.
Para ele é importante que o piso
docente seja reajustado pelo valor mínimo do Fundeb e não pelo INPC, pois isso
ajudaria a diminuir as diferenças regionais dos salários que, sem isso, tendem
a aumentar.
Muitas redes municipais e estaduais
reclamam que não têm recursos para pagar o piso dos professores. Na própria lei
do piso há possibilidades de ampliar os repasses de verbas do governo federal
para estados e municípios.
Em contra partida, o governo federal
exige que os municípios e estados cumprissem as vinculações constitucionais,
abrissem suas contas e seus cofres e demostrassem em suas planilhas que o valor
do piso seria impossível de ser pago pelo município ou estado com verbas da
educação.
Há gritarias, há rumores, há protestos,
mas ninguém abriu seus dados, abriu seus cofres, abriu suas caixas pretas para
mostrar que cumpre tudo e mesmo assim não conseguem pagar os salários dos
professores.
É preciso que eles entendam que a
demanda mais importante do brasil é a educação. Só a educação, só com a
educação se pode determinar como será a vida das pessoas em termos de cidadania,
de realização pessoal ou no trabalho.
Até agora, o piso só serviu para
estabelecer o valor mínimo inicial e corrigir salários de menor valor.
Paulo James Queiroz Martins-Técnico
em Educação
pjqm@ibest.com.br
O Brasil acordou
O povo brasileiro já não
está mais deitado eternamente em berço esplendido ao som do mar e a luz do céu
profundo.
Após as manifestações populares de junho
de 2013, o povo vai às ruas em nome do restabelecimento da verdadeira
democracia no Brasil. É o povo unido, e esse povo sabe que unido jamais será
vencido.
É o povo brasileiro nas ruas cobrando direitos
e exercitando cidadania exigindo a verdadeira democracia.
O poder é eleito pelo povo e é para esse
povo que ele tem que governar.
Nestas
manifestações o povo grita e exige um futuro mais digno para todos os
brasileiros. Um Brasil com mais educação, saúde, segurança, qualidade de vida e
dignidade para todos nós.
Após
o movimento Passe Livre, que foi o estopim que provocou a união da juventude
brasileira e levou o povo para ruas em repudio ao status quo atual.
Chega
de corrupção e desmandos que acontecem de Brasil afora, o povo merece ser
tratado com respeito, não pode ficar a mercê, a reboque de um poder opressor que
pratica uma política de
desmandos, antidemocrática e corrupta, onde os donos do poder pratica, usufruem de
uma política do toma lá, dá cá.
O
povo brasileiro já não pode ser mais chamado de alienado, de despolitizado. Exercitando a
cidadania o povo clamou nas ruas: chega de corrupção, chega de desmandos,
queremos o padrão Fifa para educação, saúde, segurança e transportes.
É uma
maneira de repudiar a construção de estádios luxuosos e desnecessários em
vários estados brasileiros, em contraste com os precários serviços públicos
prestados a população, causando
indignação a quem é patriota.
Para
o povo pão, circo e futebol e a copa do mundo mais cara do mundo (28 bilhões de
dólares).Para eles a política do toma lá, dá cá.
De
repente, com medo da revolta popular, ao toque de caixa, sob pressão, os deputados satisfazem
a vontade popular desengavetando e votando temas importantes para população. Para
o bom entendedor meia palavra basta...,esmola grande cego desconfia...
Os manifestantes exibindo cartazes cobrando as
necessidades e denunciando as irregularidades e falcatruas. O coração do povo
brasileiro bate forte sentindo a falta de vontade política dos poderes da
república para mudar algumas leis de modo a beneficiar o cidadão brasileiro, e
aplicar as leis já existentes, mas não cumpridas, de maneira que o povo e os
trabalhadores brasileiros passem a viver de uma maneira mais justa socialmente,
politicamente e economicamente.
Não
podemos aceitar o falso progresso com os serviços públicos essenciais
(Educação, Saúde e Segurança), desvalorizados e sucateados. Precisamos ver os
professores públicos valorizados salarialmente e profissionalmente
Precisamos
ter escolas, hospitais e rodovias com padrão FIFA. Só desta maneira, o povo
principal capital do nosso país poderá viver com dignidade.
Não
podemos mais continuar pagando impostos injustos e a conviver diariamente com
os desmandos administrativos e desvios de recursos públicos
Queremos
a reforma política e tributária e que as leis nesse país sejam cumpridas e
respeitadas. Somente com vontade política as principais reivindicações do povo
brasileiro poderão ser atendidas.
Fazer
política é um ato de grandeza e dignidade do ser humano.
É uma
das principais ferramentas para se fazer paz e justiça social e ajudar o ser
humano. Infelizmente, no Brasil essa função foi desvirtuada, pois no nosso país
os políticos fazem mal uso da política, usa-o como ferramenta para alavancar a
negociata, a troca de favores, os lobbies, a política do toma lá, dá cá...
Queremos
saber, dos deputados que estão em Brasília, quais nos representam por nutrirem
ideais patrióticos?
Dos
deputados que estão no poder, quais permaneceriam no poder sem a aposentadoria
especial para parlamentares, sem a imunidade parlamentar, sem a possibilidade
de aumentarem o próprio salário, sem a cota para o exercício da atividade
parlamentar (Ceap),sem a verba para contratação de pessoal, sem auxilio-
moradia, sem cota para trabalhos gráficos e sem a cota para assinatura de cinco
periódicos.
Imaginem
vocês como seria o Brasil se os deputados, governadores, prefeitos, autoridades
e ídolos dessem prioridade à justiça social ao invés de concentrarem todas suas
energias, esforços, tempo e dinheiro no desvio de nossas prioridades para Copa
e as Olimpíadas. Com certeza nosso país mudaria, seria outro.
Como comenta Divaldo Pereira Franco em
matéria publicada no Jornal A Tarde, de Salvador, Bahia, em 20/06/2013: ”Não há
mais lugar, na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da
aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias
disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são
escassos ou colocados em plano inferior.
A
utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores,
não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças,
ampliarem o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os
sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas
cidades do mundo. O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão
quando atendidas suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabem aos jovens, os
cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas... “Porém,
em ordem e paz”.
Paulo James Queiroz Martins
- Professor e Técnico em Educação
pjqm@ibest.com.br
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
NÃO FIQUE PARADO
Tira já o bumbum dessa cadeira.
Mexa-se, a saúde agradece!!!!
O importante é manter o corpo em movimento.Andar a pé em vez de andar de carro, trocar o elevador pelas escadas.
O que realmente interessa para sua saúde é manter o corpo em movimento o máximo que puder.
Malhar já não basta para manter a saúde em dia.
Reverta esta situação de sedentarismo.
Mexa-se o máximo que puder.
AS POSSIBILIDADES SÃO MUITAS. É O QUE OS ESPECIALISTAS CHAMAM DE EXERCÍCIOS NÃO CONVENCIONAIS.
PAULO JAMES - SAÚDE TOTAL
PJQM@IBEST.COM.BR
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
FEDERALIZAÇÃO DA CARREIRA DOCENTE
Para se ter uma educação de qualidade é preciso valorizar o magistério com uma remuneração digna, qualificada com uma concepção de carreira decente e formação profissional qualificada e continuada.
Como o Plano Nacional de Educação(PNE) é um plano do Estado Brasileiro que tem como objetivo maior a afirmação de políticas públicas educacionais de forma contínua e articulada não pode e nem deve se transformar em uma carta de intenções sem obrigatoriedade.

Temos conhecimento que o governo federal concentra, faz jus a maior parte do bolo das receitas públicas, concentra mais de 50% da arrecadação tributária nacional e investe a menor parcela na educação em comparação com os entes federados(Estados, Municípios e Distrito Federal).
Este desequilíbrio financeiro, precisa ser corrigido, precisa ser sanado, equacionado, pois sem a contra partida, sem o protagonismo da união no financiamento da educação, o PNE pode se transformar em uma mera carta de intenções, de desejos.
É preciso garantir mecanismos institucionais e financeiros de modo a garantir a exequibilidade do Plano, de modo que o PNE tenha condições de deslanchar ,atingir suas metas e alcançar os seus objetivos nos próximos dez anos.
É preciso que seja garantida a integralização das políticas públicas evidenciando a responsabilidade dos sistemas de ensino desde do âmbito municipal até o federal de modo a efetivar uma política educação pública e de qualidade social para todos.
Nesta perspectiva, neste ínterim, existem questões de relevante importância como o financiamento da educação, merecendo destaque: a luta pela efetivação do referencial Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi) e a valorização do magistério, dando prioridade a formação docente e a remuneração docente com foco nos planos de carreira.
Os planos de carreira são ferramentas, são instrumentos essenciais para consolidação da qualidade de vida dos professores e da educação pública brasileira.
Esse quadro de profundas desigualdades regionais, sociais, políticas e econômicas entre os
mais de cinco mil entes federados tem favorecido a fragmentação das políticas públicas em nosso país. Sem uma definição clara das responsabilidades inerentes ao pacto federativo, com o mínimo de financiamento, não se tem possibilidade de discutir com seriedade temas de relevante importância para qualidade da educação,como é o caso da remuneração do professor e da carreira do magistério em nosso país.
O regime de colaboração deveria ter levado em conta as contradições que fazem parte da realidade social, politica dos entes federados, que ainda é fortemente centralizada na questão tributária e descentralizada na afirmação dos direitos sociais juntos aos cidadãos.
Existem questões nacionais que só serão resolvidas com ações concretas do governo federal. É o caso da valorização do magistério. Nas últimas décadas aconteceram grandes avanços que garantiram mudanças institucionais relevantes no que concerne a ação articuladora da União focado nesta valorização merece destaque o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica(FUNDEB-LEI- 11.494/2007),Sendo ele um importante mecanismo de financiamento para educação e a Lei do Piso Nacional do Magistério(Lei 11.738/2008) que tem o objetivo de corrigir as graves distorções que existem na remuneração inicial do docente, pois esta é a triste realidade de alguns entes federados brasileiros.
O novo PNE em suas metas 17 e 18,enfatisa,toma como lócus privilegiado o trabalho docente especificamente as questões da qualificação, da remuneração e da carreira do magistério da educação básica. Ficando as carreiras submetidas aos sistemas de ensino de cada ente federado, deste modo, ficando assim submetidos a uma realidade profundamente desigual, diluídas nas diversas realidades sociais, políticas e econômicas de cada ente federado do nosso país.
Este é um grande risco para a efetivação da carreira do magistério sob padrões mínimos de qualificação da profissão docente no país, sabemos que a diferença entre o começo e o final da carreira docente está diminuindo. O valor inicial subiu, mas os outros níveis da carreira docente estão sendo achatados, não foram acompanhados por um aumento proporcional ao valor do salário pago ao professor no início de carreira .Por isso existe um grande perigo, um grande risco de o Piso do Magistério se transformar em teto ,em uma tábua de fojo em um piso pirata.
Por este motivo, a discussão mais séria hoje no movimento sindical e no seio da categoria é a federalização da carreira docente. É preciso definir com clareza e sem subterfúgio a concepção do que deve ser a carreira docente, para que deste modo se possa enfrentar o achatamento salarial do magistério, pois atualmente o salário do professor brasileiro é o 3º pior salário do mundo.
Está mais do que na hora de rediscutir e implantar a federalização da carreira docente. Sem esta discussão, sem essa implantação sucumbem a carreira do magistério, o professor e a educação brasileira.
A lei do piso só estabeleceu a necessidade de um plano de carreira para o magistério que passou a ser o tema de discussão de cada rede, quando este piso existe. Urgente se faz necessário a unidade nacional da carreira docente através da federalização da carreira do magistério.
Deste modo a União assumiria diretamente a responsabilidade pela remuneração e a carreira do magistério da educação básica. Com esta medida romperíamos radicalmente com dois problemas estranguladores da educação brasileira, o primeiro é a persistente lógica da fragmentação, da quebra existente na mediação entre concepção das políticas públicas e a sua aplicabilidade imediata na realidade social, política e econômica dos entes federados brasileiro(Estados, municípios e o Distrito Federal);o segundo seria a questão do financiamento, como a União concentra mais de 50% da arrecadação tributaria nacional , então assumiria de forma protagonista a política estratégica da qualificação contínua da remuneração e a valorização da carreira profissional do magistério.
A carreira federal para os docentes da educação básica seria um modelo, que serviria como referencial para os municípios, onde os entes federados aderiam gradativamente a nova carreira federal.
Deste modo os entes federados passariam a concentrar suas gestões locais em outros questões igualmente relevantes para a educação, tais como a manutenção e ampliação patrimonial das suas redes de ensino, o acompanhamento da aquisição e controle da qualidade da merenda escolar, além da afirmação dos currículos pelo diálogo com sua realidade social, cultural e política.
A nacionalização da carreira docente sintetiza ,ela engloba todas as conquistas da valorização do magistério nos últimos dez anos ,tais como valorização da carreira , incorpora a prova nacional de admissão de docentes, definida na meta 18 do PNE, o piso nacional do magistério(Lei 11.738/2008) como marco inicial remuneratório , a concepção de carreira apresentada pela PL1592/2003 e reafirmada em grande parte na resolução Nº02/2009 do Conselho Nacional de Educação (CNE ) e na meta 18 do novo PNE (PL8035/2010).O programa nacional de formação de professores também faz parte deste acúmulo político e esforço de manter uma unidade nacional ante as questões do magistério.
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PAULO JAMES QUEIROZ MARTINS
pjqm@ibest.com.br
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
O SALÁRIO DOS PROFESSORES BRASILEIROS É UM DOS PIORES DO MUNDO I
Não se pode negar,que nas últimas décadas os professores brasileiros tiveram grandes avanços em suas condições salariais. Mecanismos de financiamento como a criação do Fundef,em 1997 e a Lei do Piso, em 2008,garantiram aos professores,um aumento salarial acima da média das demais categorias de trabalhadores.Mesmo assim ,a discrepância entre o salários dos professores e as demais categorias com mesmo nível de formação é gritante,é aberrante,e por que não dizer é caótica,é vergonhosa!!
Segundo Thiago Alves e José Marcelino de Resende Pinto do Departamento de Educação de Ribeirão Preto que elaboraram um ranking socioeconômico entre profissionais das ciências e artes, conforme renda média per capita de cada um deles. Os professores de Educação Básica do Brasil ocupam a 27 ª colocação.
Segundo eles,para equiparar os salários dos professores com as demais categorias de mesmo nível de estudo,seria necessário dobrar os salários médios da categoria.Esses são os motivos que tem levado os jovens a não se interessar pelo o magistério.Isso justifica a evasão nos cursos de licenciatura nas universidades públicas que gira em torno de 50%.Os jovens que tem nível superior preferem prestar concursos para outras áreas,mais atrativas salarialmente e profissionalmente.
De acordo com Romualdo Portela,professor da faculdade de educação da USP,"a Educação Brasileira só dará um salto de qualidade quando melhorar a atratividade da carreira docente".O professor afirma que houve ganhos salariais nos últimos anos,mais isso costuma ocorrer em momentos específicos,decisão de um governo que não é mantida pelo outro.
Deste modo o salário é corroído pela inflação ao longo do tempo,afirma.Os gestores insistem em criar políticas de bonificação para os professores com base no desempenho dos seus alunos.Acaba por punir os professores que lecionam nas periferias ,em áreas de vulnerabilidade social".
Segundo Heleno Araújo Filho,secretário de assuntos educacionais da CNTE,desde que a Lei do Piso foi aprovada,em 2008,a sua regulamentação tem sido alvo de contestações judiciais encampadas por governadores.
O STF declarou a lei constitucional,assegurando uma remuneração mínima aos professores de nível médio com jornada de 40 horas semanais.Porém,o STF entendeu,que a lei passou a ser valida a partir de abril de 2011.Se os reajustes tivessem sido feitos a partir de 2009,hoje o piso seria de R$2.347,00, e não os atuais R$ 1.567,00.
Mesmo assim,apenas cinco estados cumprem integralmente a lei.Os demais ou não pagam o salário correto ou se recusam a reservar um terço da jornada de trabalho a atividade extracurriculares".
Segundo o Censo Escolar de 2012(Inep) Pnad 2009,existem no Brasil 2,1 milhões de professores da Educação Básica.Onde: 80,4% são mulheres,57,5% têm entre 33 e 50anos,78,5 atuam em escolas públicas.O piso salarial é R$1.567,00,nem sempre respeitado.Um terço desses professores pertencem a famílias com renda per capita com até dois salários mínimos.
Quanto a formação:0,4% tem apenas o ensino fundamental,21,4% concluíram o ensino médio e 78,1% possuem o ensino superior.
Segundo levantamento do Instituto Metas,os estados que pagam os melhores salários aos seus professores são: 1º Distrito Federal R$ 4.129,00; 2º São Paulo R$ 3.250,00; 3º Rondônia R$ 3.068,00;4º Rio de Janeiro R$2.911,00; 5º Sergipe R$ 2.905,00.
Os estados que pagam os piores salários aos seu professores são: 1º Piauí R$ 1.500,00; 2º Rio Grande do Norte R$1.506,00; 3º Ceará R$ 1.548,00; 4º Maranhão R$ 1.686,00; 5º Santa Catarina R$ 1.745,00.
Esse é o salário médio dos professores da Educação Básica com nível superior completo ou incompleto com 40 horas semanais.De acordo com a Worldsalaries.org a media salarial dos professores brasileiros está abaixo das dos professores do México,Peru,Itália,Canadá,Noruega,Correia do Sul,Alemanha,Estados Unidos.
Em estudo realizado pelo banco UBS em 2011,economistas constataram que um professor do ensino fundamental em São Paulo ganha em média ,US$ 10,6 mil por ano,valor equivalente a apenas 10% do que ganha um professor de mesmo nível na Suíça. Em Zurique o salário médio de um professor desta categoria chega a US$ 104,6 mil por ano.
Outro estudo liderado pela OIT e pela Unesco realizado com base em dados do final da década passada revelam que professores que começaram a carreira no Brasil têm salários bem abaixo de uma lista de 38 países,da qual apenas o Peru e a Indonésia pagam menos.
O salário anual médio de um professor em início de carreira em nosso país chegava apenas a US$4,8 mil. Na Alemanha esse valor era de US$ 30 mil por ano.Em uma lista de 73 cidades,apenas 17 tinham salários inferiores aos de São Paulo,entre elas Nairóbi,Lima,Mumbai e Cairo(Jornal Folha de São Paulo).
Os 10 melhores sistemas de ensino do mundo são:Estados Unidos e Japão ,onde o salário de um professor é na média cinco vezes superior ao de um professor brasileiro.Suíça onde um professor ganha dez vezes mais do que um professor brasileiro.Na suíça o salário médio de um professor é de US$104,6 mil por ano.
No Brasil em São Paulo,em média um professor ganha US$10,6 mil por ano.Na Coreia do Sul,os salários dos professores são 121% superiores à média nacional.
Fórum Mundial apontou a Coreia como uma das economias mais dinâmicas do mundo e atribui a valorização da educação como um dos fatores que transformaram uma sociedade rural em uma das mais inovadoras do século 21.Os outros são Finlândia,Irlanda,Bélgica,Chile e República Checa.
É preciso soerguer este grade edifício da educação brasileira.Os quatro pilares que vão levantar a educação brasileira são: formação continuada,remuneração digna, melhoria das condições de trabalho e carreira.
Só priorizando a educação e quem nela trabalha vamos tirar esse pais do caos social,político e econômico.Queremos a mesma prioridade que se tá dando a copa.Queremos o padrão FIFA para Educação.Queremos educação de qualidade.O povo merece mais do que pão,circo e futebol.
Paulo James Queiroz Martins
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
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