quarta-feira, 14 de setembro de 2011

CRISTO LIBERTADOR



Jesus Cisto morreu crucificado dando-nos um grande exemplo de justiça e amor ao próximo. Com aquele ato, ele nos quis dizer que jamais o homem deve ficar de braços cruzados perante a fome, a miséria, a corrupção, e de todas as formas de injustiças sociais.

As injustiças praticadas contra os professores do Ceará pelo governador Cid Gomes, tentando destruir o plano de cargos e carreira do magistério cearense e o não pagamento do valor real do piso do Lula, deixou os professores revoltados, frustrados e decepcionados com tamanha desvalorização social, profissional e salarial. É de fazer dó e piedade o tratamento do governador para com os educadores. Tal tratamento levou a nossa categoria juntamente com o Sindicato APEOC a construir uma das maiores greves do nosso estado.

Nós professores não devemos baixar a cabeça, nem  devemos nos intimidar e nem ter medo dos pronunciamentos do governador para com a nossa categoria. Devemos seguir o grande exemplo de Cristo, lutar e gritar contra todos esses tipos de injustiças que tem levado os educadores e a educação cearense as ruínas.

Os políticos do Ceará e do Brasil, de um modo geral, em vez de lutarem pela melhoria do nosso sistema educacional e pelas condições de vida e trabalho dos educadores, só pensam em encherem seus bolsos e suas barrigas. Não conheço nenhum político que exerceu o seu mandato em forma de sacerdócio ou que abdicou do seu salário por amor ao Ceará, ao Nordeste e ao Brasil. Todos eles, sem exceção, recebem pomposos salários.

Ao se candidatarem, nos palanques prometem fazer tudo pelos educadores e pela educação. Quando eleitos, ao assumirem o poder esquecem tudo, faz tudo o contrário. São verdadeiros Pinóquio da política brasileira.

Querem congelar os salários dos professores, destruírem o nosso plano de cargos e carreira, não querem reconhecer o nosso piso salarial, conquistado no governo do presidente Lula e garantido por lei.

Fazem todo tipo de cortes, perseguições e retaliações em cima dos professores do Ceará e do Brasil. Dizem até que salário gera inflação, mas nós sabemos o que está levando o Ceará, o Nordeste e o Brasil ao caos, não é o educador e sim a corrupção, o clientelismo, os crimes de colarinho branco, as más administrações que ainda continuam de Brasil afora, os altos salários dos políticos e as mordomias dos mesmos que são muitas.

Enquanto ex-governadores do Ceará recebem (recebiam) pensão vitalícia, com apenas quatro anos de mandato, o professor ganha um salário de fome e só se aposenta com 30 anos de trabalho (de serviço).

Maus políticos do Ceará espero que os meus colegas professores dê o troco nas próximas eleições.

Vocês políticos tem que saberem e se conscientizarem que Cristo veio ao mundo para que todos tenham vida plena (espiritual e material) e não apenas para uns poucos de privilegiados como querem vocês.

Chega de quadro negro, chega de sacerdócio, chega de aula por amor, chega de malabarismo, chega de sucateamento salarial e profissional do professor. Somos profissionais como as demais categorias e merecemos um salário e um plano de cargos e carreira decente. Chega de complicados emaranhados de procedimentos políticos que consome ou retarda o repasse de verbas para a educação.


Paulo James Queiroz Martins


Representante da APEOC em Maranguape-pjqm@ibest.com.br


BLOG: INFORMATIVO PAULO JAMES

sábado, 3 de setembro de 2011

paulojames Queiroz Martins para colaborador


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GREVE, DEMOCRACIA, CIDADANIA E TIRANIA


A ameaça ao direito de greve é uma ameaça à democracia. Define-se democracia como um conjunto de princípios e de praticas que protegem a liberdade humana. Diz-se que um governo é democrático quando ele é acessível e receptivo ao povo que governa. Não podendo ele excluir ou desvalorizar classes ou categorias profissionais.

Quando um governador se refere a uma categoria fazendo depreciações e zombando dos seus direitos fica notória a sua tirania e a sua falta de compromisso e respeito com a nossa categoria.

Frases como: “por mim nem plano de carreira existiria”. ”Quem entra na atividade pública deve entrar por amor, não por dinheiro”. ”Quem dar aula faz isso por gosto, e não pelo salário”. ”Se quiser ganhar melhor, pede demissão e vai para o ensino privado”. Será que vocês políticos exerceriam os seus mandatos só por amor. Governador deixe de demagogia e de ironia.

É preciso que o governador entenda que o professor vive em um mundo real, e é com uma moeda chamada real que ele compra livros e o sustento de sua família. O amor não é moeda, o amor é um sentimento que nutre o nosso coração, mas não enche a nossa barriga e nem paga as nossas contas. Vivemos em um mundo real e capitalista onde para se viver com dignidade é preciso de um salário justo pago com uma moeda chamada real. Precisamos ser tratados com amor, respeitado e valorizado salarialmente e profissionalmente.

Não vivemos no mundo fictício e irreal do governador Cid Gomes, onde o salário do trabalhador é pago com uma moeda chamada amor. Não podemos ir na onda da utopia salarial do governador, amor não é moeda, e não sendo moeda não se pode receber amor como salário.Governador, por amor ao Ceará abdique do seu salário de governador.

Governador saia do mundo utópico, irreal e devolva com amor o nosso plano de cargos e carreira e o nosso piso salarial pago com o real. Governador amor não é moeda, portanto não podemos só trabalhar por amor é preciso de um salário pago em real, pois vivemos em um mundo real onde a realidade só se concretiza com uma moeda chamada real. Realmente, saco vazio não fica em pé. E, é nesse mundo real capitalista em que vivemos que para encher o saco precisamos de uma moeda chamada real.

Governador no seu discurso o professor por amor deve abdicar de um salário e de seus direitos garantidos por lei.Governador não temos varinha de condão para num toque mágico transformar amor em moedas.Governador não fazemos milagres. Para que o milagre de uma educação de qualidade aconteça é preciso valorizar salarialmente e profissionalmente os professores. Governador também não temos a lâmpada maravilhosa de Aladim para esfregá-la e pedir ao gênio nos livre das maldades que o senhor está fazendo com o magistério cearense.

Sabemos que a democracia sujeita os governos ao Estado de Direito e deve assegurar que todos os cidadãos recebam a mesma proteção legal e que seus direitos sejam protegidos e resguardados pelo sistema judiciário. Cid Gomes, entenda que nós professores estamos numa democracia e não em uma ditadura.Não temos apenas direitos,mas temos que lutar por um sistema político que protejam , respeitem e resguardem os nossos direitos e liberdades.

As ementas 363 e 364 do Comitê de Liberdade Sindical da Organização Internacional do Trabalho fala com bastante propriedade e clareza sobre o direito de greve dos trabalhadores. A ementa 363 preconiza que o direito de greve dos trabalhadores e suas organizações constituem um dos meios essenciais de que dispõem para promover e defender seus interesses profissionais. Já a ementa 364 diz que o comitê sempre estimou que o direito de greve é um dos direitos fundamentais dos trabalhadores e de suas organizações unicamente na medida em que constitui meio de defesa de seus interesses.

Nós professores do estado do Ceará queremos comunicar à sociedade que a nossa paralisação foi decretada quando sentimos que os nossos direitos e conquistas estavam sendo ameaçados de serem usurpado pelo governador Cid Gomes, Piso Salarial e Plano de Cargos e Carreira. Nossa luta não é pontual e sim em defesa das nossas conquista e de nossos interesses coletivos, com objetivos sociais mais amplos de um magistério qualificado, valorizado salarialmente e profissionalmente e de uma verdadeira escola de qualidade.

Nós professores, alunos e a comunidade escolar em geral entendemos que a lógica da greve reside na interrupção das aulas, de modo que tal paralisação crie um fato jurídico-social propicio à abertura de negociação coletiva,que, em última análise poderá garantir melhores condições de vida e trabalho à nossa categoria.

PAULO JAMES QUEIROZ MARTINS

Representante da APEOC em Maranguape

pjqm@ibest.com.br

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

GREVE DOS PROFESSORES AULA DE CIDADANIA



Existem varias definições de cidadania. Cidadania é definida como um conjunto de direitos e deveres ao qual o indivíduo está sujeito em relação à sociedade a que pertence. ...É também praticar, exigir Direitos, não ter preconceitos, respeitar as leis.

A greve dos professores do Ceará, comandada pelo Sindicato Apeoc é um movimento social que luta contra a violência da retirada de direitos dos professores (Piso e Plano de Cargos e Carreira). É o governo Cid Gomes tentando usurpar direitos conquistados pelo Magistério Cearense.

É através deste instrumento (GREVE) garantido pela constituição que os professores estaduais do Ceará ensinam aos seus alunos o livre exercício da cidadania, ensinando-os a ser um cidadão participante e atuante. Ensinamos aos nossos alunos que eles fazem parte do mundo e que suas escolhas e posturas diante da vida afetam não só a eles mesmos, mas também a vida de outras pessoas da comunidade. Assim como as atitudes das outras pessoas também nos afetam.

No nosso Brasil, no nosso Estado e em nossas comunidades (escolas, clubes, sindicatos, prédios, ruas e cidades) sempre irão existir grupos de pessoas unidos, organizados para lutar por algo que acreditam.

Os pronunciamentos do governador na mídia dizendo que “Quem quer dar aula faz isso por gosto, e não pelo salário. Se quer ganhar melhor, pede demissão e vai para o ensino privado”. “Por mim, nem carreira existiria!”. Tais declarações do senhor governador mostram que ele não tem apreço nem pelos educadores e nem pela educação pública.

Esta greve geral dos professores estaduais na capital e no interior é a maneira legitima de mostrar para a sociedade através da luta que os educadores, os alunos, pais de alunos estão indignados com a postura, com a atitude do governador querer destruir o nosso plano de carreira.

Nos professores e alunos sabemos que ser cidadão é fazer valer nossos direitos e deveres civis, políticos e econômicos. Só assim exerceremos a verdadeira cidadania. Sabemos também que a cidadania expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do governo de seu povo.

Quem não tem cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade dentro do grupo social. Exigimos que fosse respeitado o nosso direito de influir nas decisões do governo.

Entendemos que a exigência de um plano de carreira não é de um cidadão (professor), mas de um conjunto de cidadãos chamados professores, apoiados pela sociedade e pelo Sindicato APEOC.

PAULO JAMES QUEIROZ MARTINS

REPRESENTANTE DA APEOC EM MARANGUAPE- pjqm@ibest.com.br

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

DESTRUIÇÃO DO MAGISTÉRIO- PRESENTE GREGO DE CID


DESTRUIÇÃO DO MAGISTÉRIO

PRESENTE GREGO DE CID



            A proposta apresentada pelo governador Cid Gomes ao Sindicato APEOC significa a condenação, a destruição da nossa categoria. Desrespeitando a legalidade da Lei 11.738/08 e tentando substituir o nosso PCC por uma proposta que desregulamenta e precariza a profissão de professor, desvalorizando-o salarialmente e profissionalmente.

Vê-se estampado na cara dos professores a indignação, o desgosto, a insatisfação, o sofrimento, a humilhação, a decepção diante de uma proposta que desrespeita e que humilha os professores do nosso estado, aviltando salários e direitos.

            Depois  da famigerada  ADIN contra  o piso salarial dos professores  do Ceará e do Brasil,o governador CID GOMES apresenta  ao Sindicato APEOC uma proposta de substituição do nosso PCC por duas tabelas salariais,uma para o professor de formação de nível médio modalidade normal(Tabela  Plano Gov.NM) e outra para professor graduado(Tab. Plano Gov. NS).

De acordo com essas tabelas só vai existir duas classes de professores no magistério cearense, a de professor de nível médio e a de professor de nível superior. São excluídos da nossa categoria os professores especialistas, os mestres e os doutores que foram incluídos na classe de professores graduados, passando a ganhar uma irrisória gratificação: 5%,10% e 15% respectivamente,ou seja em vez de o governador CID GOMES reestruturar e adequar o nosso PCC a Lei do Piso, ele simplesmente optou por desconsiderar,rasgar o nosso Plano de Carreira.

Lamentavelmente, na prática, mais de 80% do quadro de professores efetivo não teve ganho remuneratório. 

Esta proposta apresentada pelo governo estadual é um atentado contra a carreira do Magistério Cearense, a vida, a dignidade dos professores e a qualidade da escola pública estadual.

             O plano de Carreira de qualquer profissional é definido como um conjunto de normas que disciplinam o ingresso e instituem oportunidades e estímulos ao desenvolvimento pessoal e profissional dos trabalhadores de qualquer categoria de forma a contribuir com a qualificação dos serviços prestados pelos órgãos e instituições,constituindo-se em instrumento de gestão de política de pessoal.

             É evidente que o Estado do Ceará só terá a oportunidade de capturar no mercado os melhores profissionais (professores) se apresentar um Plano de Carreiro bem definido, decente e atrativo para o magistério cearense.

             É sabido também que o SER HUMANO, O PROFESSOR é o “meio”, principal diferencial para que a educação tenha sua qualidade melhorada. É dando expectativa de crescimento e qualidade de vida, é melhorando a sua auto-estima que os professores vão se tornar mais produtivo. É preciso também dá ênfase ao conhecimento e a qualificação profissional.

              Um Plano de Carreiro bem construído, apresentará aos seus colaboradores o estágio atual e,todas as competências ,habilidades e atitudes,necessárias para o crescimento horizontal e vertical dentro da instituição.É, esta saudável competição  entre os níveis dos profissionais da educação que eleva a qualidade do capital intelectual entre os profissionais da educação e proporciona a escola uma colocação superior no mercado de trabalho educacional.

 Atualmente, dentro deste mercado cada vez mais competitivo e globalizado, onde as decisões são tomadas em um espaço de tempo cada vez menor, as empresas e as instituições estão percebendo que um fator de sucesso para o crescimento e mesmo para a sobrevivência delas no mercado é, estabelecer um Plano de Carreira bem estruturada e atrativa.

              A carreira é a trajetória do trabalhador desde o seu ingresso no cargo ou emprego até o seu desligamento ou aposentadoria, regida por regras específicas de ingresso, desenvolvimento profissional, remuneração e avaliação de desempenho.
               Segundo Nestor de Almeida, o plano de carreira tem por objetivo colocar a pessoa nos trilhos do sucesso pessoal, profissional, familiar e comunitário, programando, assim, o crescimento eficaz nestas quatro áreas.

               Não podemos aceitar a substituição do nosso PCC por estas tabelas apresentadas pelo governador ao Sindicato APEOC,porque elas destroem,aniquila a carreira do magistério cearense, deixando os professores desvalorizados salarialmente e profissionalmente. Desconsiderando o nosso PCC o governador CID GOMES faz o contrário, dá aumento maior para quem tem titulação menor, desconsiderando quem estudou mais, desvalorizando quem tem Pós-Graduação, mestrado e Doutorado.

               Abaixo a destruição da carreira do magistério cearense!

                          GREVE GERAL INTERIOR E CAPITAL.  

PELA MANUTENÇÃO, REESTRUTURAÇÃO E ADEQUAÇÃO
                                    DO NOSSO PCC A LEI DO PISO

 PAULO JAMES QUEIROZ MARTINS

 REPRESENTANTE DA APEOC EM MARANGUAPE

quinta-feira, 26 de maio de 2011

EDUCADOR BRASILEIRO É DESVALORIZADO DESDE DO TEMPO DO IMPÉRIO

A história nos mostra que o Brasil sempre pagou mal os seus professores. A primeira Lei Geral do Ensino, decretada por D. Pedro I em 1827, estabelecia que os professores deveriam receber como salário 25 mil-réis mensais,o que valia em valores atuais algo em torno de 930 reais. O professor ganhava naquela época um terço do que ganhava um feitor de escravos.

Estamos no século XXI, no ano de 2011, 184 anos se passaram e a professora Amanda Gurgel do Rio Grande do Norte continua percebendo salário do início do século 18, ou seja, do tempo do Império.

A referida professora apresentou no Programa Domingão Do Faustão em 22/05/11 o seu cheque salário no valor de R$ 930,00. Absurdo, é que o salário da Amanda é o mesmo que foi pago por D.Pedro I aos professores em 1827.

Segundo Regina Simões, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação do Centro de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo, ”uma pesquisa realizada que resultou no texto formas de adoecimento de professores capixabas no século 19: diálogos com o passado no presente, um dos artigos do livro Trabalho e Saúde do Professor(Autêntica,2008).Seu recorte temporal foi determinado pelo acesso ao primeiro estudo estatístico que permitia dimensionar o número de alunos e professores existentes na então província do Espírito Santo,de 1878.

Comparamos esse material de pesquisa do século passado com as pesquisas e estudos do século 20 e encontramos o mesmo quadro na educação de ontem e de hoje: prédios improvisados, condições insalubres para o exercício docente, carência de professores, muitos alunos por sala, baixos salários.

Uma carta de 22 de abril de 1838 data em que se comemorava o 338° aniversário do descobrimento do Brasil serviu como elemento disparador de uma pesquisa que dialoga com a história para entender os motivos presentes no adoecimento docente e suas relações com o ambiente de trabal

Naquela data, o professor José de Araújo Lobo, a quem havia sido consignada em caráter vitalício a cadeira de gramática latina na Vila de São Mateus, a 220 km de Vitória, no Espírito Santo, abriu mão do privilégio. São Mateus era um local estratégico em função de seu porto, onde desembarcaram muitos dos escravos vindos ao Brasil.

Quarenta dias depois de designado para a cadeira, Lobo resolveu abdicar de sua função de professor de sua função de professor. A alegação: o cargo de professor é nocivo à minha saúde e prejudicial aos meus interesses particulares.

“Isso mostra que o professor estava buscando se afastar da sala de aula, que seu local de trabalho era um, local de risco, a ponto de ele não querer estar lá”, explica Regina Simões.
Para a pesquisadora, o descompasso entre o discurso de exaltação à importância da educação e a precariedade real criaram essas formas de resistência que perduram até hoje:a do adoecimento e do afastamento.

Hoje, os sujeitos são outros. Mas os nós do tempo persistem.

200 anos se passaram do Império até hoje, porém os nós que amaram a educação impedindo que ela seja de qualidade,perduram,persistem até hoje.

Precisamos cortar os nós dos baixos salários, dos prédios improvisados, das condições insalubres de trabalho do professor, da carência de professores, do excesso de alunos em sala de aula, da falta de recursos técnico-pedagógico, do excesso de jornada de trabalho, etc.

Somente cortando estes nós a educação e o educador brasileiro vão sair da corda bamba da desvalorização social, política e econômica.

Abaixo os Pinóquios da política brasileira.
                                                         
  Paulo James Queiroz Martins

Representante da APEOC de Maranguape

pjqm@ibest.com.br